Vanessa Chiarelli Schabbel

Comunicação e Eventos

Evento é o maior canal de comunicação que existe. Nele você pode usar exatamente tudo e entregar uma experiência incrível ao participante! Já dizia Chacrinha: “Quem não comunica se trumbica”!Abelardo Barbosa, o Chacrinha

Comunicóloga formada pela Universidade de São Caetano do Sul e pós-graduada pela ECA-USP - Escola de Comunicação e Artes de SP no curso de Gestão Estratégica de Comunicação Organizacional e Relações Públicas. Também possui curso MBA em Gestão de Eventos e Cerimoniais de Luxo pela Faculdade Roberto Miranda.

Com mais de 20 anos de experiência no mundo Corporativo, atuou em Comunicação Interna e Marketing, entregando diversas campanhas de Endomarketing, diagnóstico de CI e nova missão. Realizou, ao longo desse tempo, mais de 140 eventos, dentre eles, diversas Convenções de Vendas, inclusive para 2.000 participantes.

Há 3 anos é sócia da Bop Comunicação Integrada, agência 360 graus, que traz o olhar para o público externo e interno, além de desenhar toda a sua jornada dentro do projeto. A Bop levou 2 Jacarés no Prêmio Caio de 2022, sendo um de Ouro na categoria Congresso Nacional.

Colunas

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Marketing de experiência: por que não existe um caminho único para a carreira

Não existe uma formação única para o marketing de experiência, a diversidade de repertórios (publicidade, produção, comunicação, logística, dados) é o que fortalece a qualidade das entregas, tema debatido no painel da AMPRO no SP2B 2026. O mercado exige competências complementares: pensar estrategicamente, coordenar equipes, negociar, administrar prazos e orçamentos e transformar planejamento em entrega real. Mais do que a origem acadêmica, fazem diferença a curiosidade, a vontade de aprender e a capacidade de fazer a ponte entre estratégia e operação. Com o mercado em transformação, equipes multidisciplinares ganham relevância, e a carreira se constrói pelos caminhos que surgem no percurso, pelos desafios aceitos e pela disposição de aprender com cada projeto.
Eventos

O futuro dos eventos pode estar - na tecnologia e + no comportamento humano

A conversa sobre o futuro dos eventos passa pelas novas tecnologias, IA, realidade aumentada, dados e automação, mas o verdadeiro diferencial está menos em dominar ferramentas e mais em compreender as pessoas que as utilizam. A inovação só gera valor quando resolve um problema real, faz sentido para o público e fortalece a mensagem da marca, como reforçam os estudos da Deloitte. Quanto mais tecnologia, maior a necessidade de entender pessoas, porque a essência dos encontros continua ligada a necessidades humanas: pertencimento, troca, aprendizado e relacionamento. O futuro dos eventos não será menos tecnológico, será mais intencional, equilibrando inovação e comportamento humano.
Eventos

Eventos estratégicos começam por uma intenção clara

Os eventos corporativos deixaram de ser apenas entregas operacionais e se tornaram ferramentas estratégicas de negócio: antes de definir formato, o essencial é entender o que aquele encontro deve gerar para a marca, as pessoas e o resultado. Em um mundo cada vez mais digital, os encontros presenciais ganham valor por criar presença, vínculos e comunidades, com intenção, propósito e mensagem clara. A estratégia vem antes da experiência: cenografia, tecnologia e ativações precisam ser consequência de um objetivo definido, e cada ponto de contato contribui para construir percepção. O sucesso do evento, então, não se mede apenas pelos números imediatos, mas pelos movimentos que ele cria, relações que evoluem, mensagens absorvidas e novas oportunidades geradas.
Mês do orgulho

Diversidade, pertencimento e a construção de ambientes mais humanos

O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ vai além da celebração e abre espaço para uma reflexão estratégica nas empresas: como construir ambientes onde diferentes histórias e perspectivas realmente pertençam. Diversidade não transforma apenas imagem, mas cultura, estudos da Deloitte e da McKinsey reforçam que culturas inclusivas favorecem colaboração, inovação e desempenho. Inclusão, porém, acontece quando o discurso encontra a prática: pessoas se sentem parte quando podem ser autênticas, sem esconder sua identidade. No fim, uma cultura forte não aparece no que a empresa diz, mas na forma como as pessoas se sentem dentro dela.
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