SPTuris apoia publicação sobre Cidades Criativas

O presidente da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos), Caio Luiz de Carvalho, participou nesta segunda-feira (21) de um debate durante o lançamento do livro “Cidades Criativas – Perspectivas”, que reúne trabalhos de 18 especialistas em economia e cidades criativas de 13 países diferentes. A publicação, organizada pelos especialistas Ana Carla Fonseca e Peter Kageyama, é a primeira sobre o tema no país e conta com o apoio da SPTuris, além do Santander, do Sebrae e da Repense.

Para Caio Carvalho, essa publicação veio em excelente momento. “A propriedade intelectual, a criatividade e o talento são os bens maiores de um lugar. Precisamos fazer deles, cada vez mais, a base de nossa economia e mostrar como podem ser inclusivos e, ao mesmo tempo, rentáveis. Todos só têm a ganhar com a valorização da cultura, da inovação e do talento criativo. Isso é desenvolvimento sustentável”, afirmou.

Durante o evento, autoridades e apoiadores debateram sobre o conceito de cidade criativa e como fazer para tornar um local, de fato, criativo. Estiveram presentes, além do presidente da São Paulo Turismo, Caio Luiz de Carvalho, e da própria Ana Carla Fonseca; o secretário estadual de Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo; o presidente do Sebrae, Luiz Barretto; o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano; o gerente executivo de Desenvolvimento Sustentável do Santander, Sandro Marques; e o presidente da agência Repense, Otávio Dias.

Ana Carla acredita que a presença de profissionais de áreas tão diversas comprova a universalidade e importância do tema. “A Economia Criativa une o público e o privado, une os interesses de um estado, uma cidade e um país. Isso torna cada vez mais imprescindível um aprofundamento, ainda mais no Brasil, onde há uma carência enorme de estudos sobre o assunto”.

Para o gerente executivo de Desenvolvimento Sustentável do Santander, Sandro Marques, a economia criativa é uma fonte de desenvolvimento econômico sustentável. “Mais do que isso, o Santander acredita também no potencial criativo brasileiro e paulista para fortalecer as economias locais e inseri-las no universo macroeconômico. A economia criativa movimenta gastronomia, moda, tecnologia, design, publicidade, diferentes setores da cultura e, com isso, atrai turismo de qualidade e gera pólos de inovação. Além de produtos e serviços, também abre caminhos para novos modelos de gestão de negócios, valorizando o espírito colaborativo e o capital do conhecimento”, afirma.