Segundo reportagem do Jornal da Globo desta última quinta-feira (02/maio) “o turismo de negócios cresceu 20% no Brasil no último ano, mas, para especialistas, é preciso investimento para que o setor continue em expansão”.
Pontos turísticos como o Pão de Açúcar fazem sucesso e entram no roteiro de executivos como o inglês Peter Edwards, que já veio duas vezes ao Brasil só para participar de feiras. Desta vez, gastou entre 100 e 200 dólares em presentes para os sobrinhos. Outro turista entrevistado pela Globo, o gerente de vendas Tobias Albek veio vender robôs e recebeu uma ordem clara da mulher antes de sair de casa: trazer lembranças de Copacabana. Se não levar, “vou passar uma semana dormindo na sala”, responde.
De acordo com a Embratur, o turismo de negócios no Brasil cresceu 20% em 2012, e segue pelo mesmo caminho em 2013. Só no ano passado, no Rio de Janeiro, os participantes de feiras e exposições deixaram na cidade R$ 430 milhões. Em 2011, aconteceram 51 feiras no Rio. No ano passado, foram 108. É o efeito da Copa do Mundo e das Olimpíadas, diz Paulo Senise, diretor-executivo do Rio Convention Bureau, que trabalha para atrair esses grandes eventos.
No entanto, essa onda pode ser passageira, se a cidade não se preparar. “Tem que aproveitar esse bom momento e realizar o que falta no Rio de Janeiro, que é, principalmente, infraestrutura: aeroporto, centro de convenções e capacitação profissional dos profissionais que atendem o setor”, afirma Senise.
Um mega centro de convenções é necessário para que o Rio mantenha crescimento de 20% ao ano
Reportagem do Jornal da Globo desta quinta-feira chama atenção para o crescimento do turismo de negócios e para a necessidade de investimentos na infraestrutura para que este crescimento se mantenha. A cidade que vai sediar a final da Copa do Mundo e as Olimpíadas 2016 precisa de um centro de convenções dimensionado para atender os grandes eventos que demandaram o Rio de Janeiro e, hoje, não tem como ser atendidos.
Segundo reportagem do Jornal da Globo desta quinta-feira (02/maio) “o turismo de negócios cresceu 20% no Brasil no último ano, mas, para especialistas, é preciso investimento para que o setor continue em expansão”.
Pontos turísticos como o Pão de Açúcar fazem sucesso e entram no roteiro de executivos como o inglês Peter Edwards, que já veio duas vezes ao Brasil só para participar de feiras. Desta vez, gastou entre 100 e 200 dólares em presentes para os sobrinhos. Outro turista entrevistado pela Globo, o gerente de vendas Tobias Albek veio vender robôs e recebeu uma ordem clara da mulher antes de sair de casa: trazer lembranças de Copacabana. Se não levar, “vou passar uma semana dormindo na sala”, responde.
De acordo com a Embratur, o turismo de negócios no Brasil cresceu 20% em 2012, e segue pelo mesmo caminho em 2013. Só no ano passado, no Rio de Janeiro, os participantes de feiras e exposições deixaram na cidade R$ 430 milhões. Em 2011, aconteceram 51 feiras no Rio. No ano passado, foram 108. É o efeito da Copa do Mundo e das Olimpíadas, diz Paulo Senise, diretor-executivo do Rio Convention Bureau, que trabalha para atrair esses grandes eventos.
No entanto, essa onda pode ser passageira, se a cidade não se preparar. “Tem que aproveitar esse bom momento e realizar o que falta no Rio de Janeiro, que é, principalmente, infraestrutura: aeroporto, centro de convenções e capacitação profissional dos profissionais que atendem o setor”, afirma Senise.

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