RIO precisa de mega centro de convenções para mater crescimento de 20% ao ano

A constatação foi feita pelo presidente do RIO CVB, Paulo Senise, em reportagem do Jornal da Globo sobre os crescimento do turismo de negócios no Brasil.

Reportagem do Jornal da Globo desta quinta-feira chama atenção para o crescimento do turismo de negócios e para a necessidade de investimentos na infraestrutura para que este crescimento se mantenha. A cidade que vai sediar a final da Copa do Mundo e as Olimpíadas 2016 precisa de um centro de convenções dimensionado para atender os grandes eventos que demandaram o Rio de Janeiro e, hoje, não tem como ser atendidos.

Segundo reportagem do Jornal da Globo desta última quinta-feira (02/maio) “o turismo de negócios cresceu 20% no Brasil no último ano, mas, para especialistas, é preciso investimento para que o setor continue em expansão”.

Pontos turísticos como o Pão de Açúcar fazem sucesso e entram no roteiro de executivos como o inglês Peter Edwards, que já veio duas vezes ao Brasil só para participar de feiras. Desta vez, gastou entre 100 e 200 dólares em presentes para os sobrinhos. Outro turista entrevistado pela Globo, o gerente de vendas Tobias Albek veio vender robôs e recebeu uma ordem clara da mulher antes de sair de casa: trazer lembranças de Copacabana. Se não levar, “vou passar uma semana dormindo na sala”, responde.

De acordo com a Embratur, o turismo de negócios no Brasil cresceu 20% em 2012, e segue pelo mesmo caminho em 2013. Só no ano passado, no Rio de Janeiro, os participantes de feiras e exposições deixaram na cidade R$ 430 milhões. Em 2011, aconteceram 51 feiras no Rio. No ano passado, foram 108. É o efeito da Copa do Mundo e das Olimpíadas, diz Paulo Senise, diretor-executivo do Rio Convention Bureau, que trabalha para atrair esses grandes eventos.

No entanto, essa onda pode ser passageira, se a cidade não se preparar. “Tem que aproveitar esse bom momento e realizar o que falta no Rio de Janeiro, que é, principalmente, infraestrutura: aeroporto, centro de convenções e capacitação profissional dos profissionais que atendem o setor”, afirma Senise.

Um mega centro de convenções é necessário para que o Rio mantenha crescimento de 20% ao ano

Reportagem do Jornal da Globo desta quinta-feira chama atenção para o crescimento do turismo de negócios e para a necessidade de investimentos na infraestrutura para que este crescimento se mantenha. A cidade que vai sediar a final da Copa do Mundo e as Olimpíadas 2016 precisa de um centro de convenções dimensionado para atender os grandes eventos que demandaram o Rio de Janeiro e, hoje, não tem como ser atendidos.

Segundo reportagem do Jornal da Globo desta quinta-feira (02/maio) “o turismo de negócios cresceu 20% no Brasil no último ano, mas, para especialistas, é preciso investimento para que o setor continue em expansão”.

Pontos turísticos como o Pão de Açúcar fazem sucesso e entram no roteiro de executivos como o inglês Peter Edwards, que já veio duas vezes ao Brasil só para participar de feiras. Desta vez, gastou entre 100 e 200 dólares em presentes para os sobrinhos. Outro turista entrevistado pela Globo, o gerente de vendas Tobias Albek veio vender robôs e recebeu uma ordem clara da mulher antes de sair de casa: trazer lembranças de Copacabana. Se não levar, “vou passar uma semana dormindo na sala”, responde.

De acordo com a Embratur, o turismo de negócios no Brasil cresceu 20% em 2012, e segue pelo mesmo caminho em 2013. Só no ano passado, no Rio de Janeiro, os participantes de feiras e exposições deixaram na cidade R$ 430 milhões. Em 2011, aconteceram 51 feiras no Rio. No ano passado, foram 108. É o efeito da Copa do Mundo e das Olimpíadas, diz Paulo Senise, diretor-executivo do Rio Convention Bureau, que trabalha para atrair esses grandes eventos.

No entanto, essa onda pode ser passageira, se a cidade não se preparar. “Tem que aproveitar esse bom momento e realizar o que falta no Rio de Janeiro, que é, principalmente, infraestrutura: aeroporto, centro de convenções e capacitação profissional dos profissionais que atendem o setor”, afirma Senise.