Saídas inovadoras, melhoria de processos, alinhamento de estratégias, motivação de equipes, lançamentos, comemoração de resultados, desenvolvimento de lideranças, fortalecimento do teamwork...
A lista de objetivos é imensa e, para tudo isso, as convenções funcionam muito bem e não param de acontecer, lotando hotéis por todo o país, gerando mão de obra, enchendo os bolsos dos palestrantes, das bandas, dos humoristas, mestres de cerimônias, empresas de cenografia, vídeo.
Muitas convenções são verdadeiros acontecimentos, com direito a todo tipo de show e pirotecnia. E é aí que mora o perigo.
Pessoal começa a beber, fica engraçadinho, cria intimidade com superiores e, claro, acaba enfiando o pé na jaca. Por isso é que este tipo de evento corporativo se torna também um verdadeiro celeiro de histórias que até hoje a gente não sabe se é verdade ou mentira.
Quem já não presenciou essa:
- Pode me escalar pro jogo das cinco. Futebol é comigo mesmo. Jogo de meia, viu?
E lá pelos 8 minutos ainda do primeiro tempo, numa bobeira típica do sedentarismo, bimba: o cara torce o tornozelo, Vai voando pro pronto socorro, toma uns analgésicos, uns antibióticos e acaba passando o resto da convenção de pernas pro ar. Literalmente.
Também tem aquela do cara que corre pro quarto no intervalo e, no maior silêncio, com a maior cara de pau, liga para a esposa:
- Isso aqui ta uma droga. Melhor seria estar aí com você e as crianças comendo uma pizza. Sem falar que não pára de chover. Mulher? Não tem ninguém, amor, só homem. Comida ruim, nada de animação. Ó, nem adianta ligar porque o celular não pega, ta? Beijão. Te amo, viu?
E o pegador?
- Cara, você não sabe o que me aconteceu ontem à noite. Aquelas caipirinhas na piscina, violãozinho ao fundo... ó, não espalha se não eu desminto. Sabe quem eu arrastei pro quarto? Festa até as cinco e meia da manhã. Tive que mandar todo mundo embora. Não agüentava mais. Sabe aquela loirinha que estava atendendo no bar? Até ela resolveu aparecer.
Eu mesmo conheci uma pessoa que em todo evento repetia a mesma história. Oito e meia, nove horas, nove e meia, dez horas e o cara nada de aparecer para os trabalhos.
- Cadê o Raul? Liga pro quarto dele.
- Alôôô... Passei mal a noite inteira. To zoado. Acho que foi aquele peixe do jantar. Na hora eu senti que não ia me cair bem. Pede desculpas aí pro dr. Oswaldo. Se eu melhorar apareço.
Desliga o telefone e cai no sono. À noite, na hora da baladinha, o Raul aparece. ”Resolvi dar uma respirada, mas ainda to mal”. E assim o Raul passava os 3, 4, 5 dias de convenção.
Ainda tem a história do gerente que, de verdade, não preparou nenhuma apresentação e mesmo assim resolve levar a pen pra testar. O técnico abre a pen e nada. Enfia daqui, enfia dali, liga, desliga, nada. Pânico.
- Abre em outra máquina, porra! Não é possível. Perdi tudo? Chama o Bruninho, o assistente, agora. Bruninho, monta aí pra mim uma apresentação rapidinho. Minha palestra é amanhã às 8 da manhã. A primeira. Coloca uns efeitos, umas imagens. Às 7 a gente se encontra aqui para testar, ok? Você pode, né Marinho? (Marinho é o técnico que, por razões óbvias, tem que poder).
O gerente sai com a cara mais desencanada do mundo e, ainda a 5 metros do bar, grita: “um uísque com 2 pedrinhas, por favor”. E vai logo sentando na primeira rodinha que vê pela frente.
E agora, heim? Será que você consegue dizer qual dessas histórias é verdadeira ou falsa?
Saídas inovadoras, melhoria de processos, alinhamento de estratégias, motivação de equipes, lançamentos, comemoração de resultados, desenvolvimento de lideranças, fortalecimento do teamwork...
A lista de objetivos é imensa e, para tudo isso, as convenções funcionam muito bem e não param de acontecer, lotando hotéis por todo o país, gerando mão de obra, enchendo os bolsos dos palestrantes, das bandas, dos humoristas, mestres de cerimônias, empresas de cenografia, vídeo.
Muitas convenções são verdadeiros acontecimentos, com direito a todo tipo de show e pirotecnia. E é aí que mora o perigo.
Pessoal começa a beber, fica engraçadinho, cria intimidade com superiores e, claro, acaba enfiando o pé na jaca. Por isso é que este tipo de evento corporativo se torna também um verdadeiro celeiro de histórias que até hoje a gente não sabe se é verdade ou mentira.
Quem já não presenciou essa:
- Pode me escalar pro jogo das cinco. Futebol é comigo mesmo. Jogo de meia, viu?
E lá pelos 8 minutos ainda do primeiro tempo, numa bobeira típica do sedentarismo, bimba: o cara torce o tornozelo, Vai voando pro pronto socorro, toma uns analgésicos, uns antibióticos e acaba passando o resto da convenção de pernas pro ar. Literalmente.
Também tem aquela do cara que corre pro quarto no intervalo e, no maior silêncio, com a maior cara de pau, liga para a esposa:
- Isso aqui ta uma droga. Melhor seria estar aí com você e as crianças comendo uma pizza. Sem falar que não pára de chover. Mulher? Não tem ninguém, amor, só homem. Comida ruim, nada de animação. Ó, nem adianta ligar porque o celular não pega, ta? Beijão. Te amo, viu?
E o pegador?
- Cara, você não sabe o que me aconteceu ontem à noite. Aquelas caipirinhas na piscina, violãozinho ao fundo... ó, não espalha se não eu desminto. Sabe quem eu arrastei pro quarto? Festa até as cinco e meia da manhã. Tive que mandar todo mundo embora. Não agüentava mais. Sabe aquela loirinha que estava atendendo no bar? Até ela resolveu aparecer.
Eu mesmo conheci uma pessoa que em todo evento repetia a mesma história. Oito e meia, nove horas, nove e meia, dez horas e o cara nada de aparecer para os trabalhos.
- Cadê o Raul? Liga pro quarto dele.
- Alôôô... Passei mal a noite inteira. To zoado. Acho que foi aquele peixe do jantar. Na hora eu senti que não ia me cair bem. Pede desculpas aí pro dr. Oswaldo. Se eu melhorar apareço.
Desliga o telefone e cai no sono. À noite, na hora da baladinha, o Raul aparece. ”Resolvi dar uma respirada, mas ainda to mal”. E assim o Raul passava os 3, 4, 5 dias de convenção.
Ainda tem a história do gerente que, de verdade, não preparou nenhuma apresentação e mesmo assim resolve levar a pen pra testar. O técnico abre a pen e nada. Enfia daqui, enfia dali, liga, desliga, nada. Pânico.
- Abre em outra máquina, porra! Não é possível. Perdi tudo? Chama o Bruninho, o assistente, agora. Bruninho, monta aí pra mim uma apresentação rapidinho. Minha palestra é amanhã às 8 da manhã. A primeira. Coloca uns efeitos, umas imagens. Às 7 a gente se encontra aqui para testar, ok? Você pode, né Marinho? (Marinho é o técnico que, por razões óbvias, tem que poder).
O gerente sai com a cara mais desencanada do mundo e, ainda a 5 metros do bar, grita: “um uísque com 2 pedrinhas, por favor”. E vai logo sentando na primeira rodinha que vê pela frente.
E agora, heim? Será que você consegue dizer qual dessas histórias é verdadeira ou falsa?

Comentários