Além do hibridismo, outras tendências também foram destaque como: a utilização de jogos (Gamifitacion) e ações lúdicas que envolvam o público alvo com as marcas, transformando eventos em experiências, e o repensar dos ambientes em que acontecem os eventos, buscando locações mais inovadoras (Meetings Designs). Uma boa gestão estratégica e a análise do retorno sobre o investimento (Roi) continuam fazendo parte da equação para o sucesso de um evento.
Apesar das ações virtuais serem cada vez mais utilizadas, elas também apresentam alguns desafios já que podem exigir uma infraestrutura que os centros expositores ou hotéis não possuem. "Muitas vezes não existe suporte para os eventos virtuais. Outro problema é que as coisas estão caras e muitas vezes temos que nos virar e fazer algo mais caseiro. Ao invés de nos profissionalizarmos nesta área, acabamos voltando para dentro de casa porque não temos dinheiro, condição técnica. É um problema do país", contou Hélio Gianotti, Responsável pelo Desenvolvimento e Treinamento da América Latina e Canadá, da Novartis.
Uma das soluções para lidar com os desafios do setor é a certificação e a profissionalização dos profissionais de eventos. Gianotti acredita que os profissionais já vêm se preparando e que o mercado percebe isso. "A concorrência é enorme e as empresas começam a contratar pessoas que tenham alguma certificação. A sugestão é que que as pessoas participem de processos de certificação para garantir a qualidade".

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