Pela primeira vez nos últimos dez anos, as escolas de samba de São Paulo chegam ao Dia Nacional do Samba, 2 de dezembro, preocupadas apenas em comemorar a data. Com a liberação antecipada do recurso por parte da Prefeitura Municipal de São Paulo, na primeira quinzena de novembro várias escolas já haviam recebido boa parte do subsídio. “A liberação antecipada é importante, pois em 2008 o Carnaval começa em 1º de fevereiro”, lembrou Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo, empresa da Prefeitura, responsável pela organização do evento.
Pela primeira vez em dez anos, as escolas de samba de São Paulo receberam entecipadamente uma verba de R$ 18,9 milhões, liberada pela Prefeitura Municipal de São Paulo na primeira quinzena de novembro várias escolas já haviam recebido boa parte do subsídio. “A liberação antecipada é importante, pois em 2008 o Carnaval começa em 1º de fevereiro”, lembrou Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo, empresa da Prefeitura, responsável pela organização do evento. No último dia 2 de dezembro, as escolas se preocuparam apenas em comemorar a data.
O valor também inédito, atenderá às 80 escolas de samba e blocos da cidade, além das bandas e cordões que fazem os eventos pré-carnavalescos. O dinheiro liberado antecipadamente já causa impacto positivo no comércio, principalmente na região da rua 25 de Março, grande pólo fornecedor do Carnaval.
Os preparativos dos eventos que abrem oficialmente o carnaval também estão acelerados. O “Folia no Memorial”, por exemplo, que acontece nos dias 26 e 27 de janeiro, terá como novidade em 2008 uma programação com grupos de pagode que farão pequenas apresentações entre um e outro bloco. Os grupos serão liderados por nomes famosos da música brasileira. Já as bandas, que se apresentam em vários pontos da cidade também estão finalizando o calendário.
Do ponto de vista do planejamento oficial, a única pendência é a formalização do contrato com União das Escolas de Samba Paulistanas (Uesp). A entidade reúne 64 escolas de samba e blocos, sendo que 58 recebem dinheiro público para as apresentações. Estas agremiações se apresentam nos bairros de Interlagos, Butantã, Vila Esperança e Vila Maria, além do próprio Sambódromo. Entre os pontos em discussão e que ainda não permitiram a assinatura do contrato está a proposta da São Paulo Turismo (SPTuris) de levar para os bairros as apresentações de blocos que acontecem no Sambódromo, que recebe pouco público.
A intenção é tornar mais atraentes as apresentações nos bairros, que chegam a receber um público de 25 mil pessoas por noite. Em

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