Azul vai operar 17 voos diários entre agosto e setembro em Congonhas

Pista principal do aeroporto será fechada por um mês para reformas a partir de 5 de agosto; companhia vai operar com avião menor, criando novos voos para Curitiba e aumentando as frequências na ponte aérea e para BH.

Com o fechamento da pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), para obras de recuperação do pavimento asfáltico, a Azul fará ajustes em sua malha entre 5 de agosto e 5 de setembro. A companhia manterá suas operações na pista auxiliar do aeroporto com as aeronaves modelo ATR 72-600, que podem transportar até 70 clientes, e irá ampliar a oferta de voos diários para BH e na ponte aérea Rio-São Paulo, além de criar uma nova rota: Congonhas-Curitiba. Serão 17 voos por dia para atender a demanda de clientes.

Congonhas-Santos Dumont, que hoje conta com dois voos diários, passará a sete frequências diárias, enquanto o mercado Congonhas-Belo Horizonte terá seis operações por dia frente às duas que têm sido realizadas. A rota Congonhas-Curitiba, que já foi operada pela Azul no ano passado, voltará a contar com a oferta de assentos da companhia, tendo quatro ligações diárias. Com passagens já à venda em todos os canais oficiais, os novos voos seguirão os rígidos protocolos de higiene que foram adotados pela empresa desde o início da pandemia.

“Em um planejamento integrado com a Infraero e demais autoridades aeronáuticas, reorganizamos nossa malha e estamos aumentando a oferta de assentos a partir de Congonhas. Graças à nossa frota mista, temos flexibilidade para planejar a malha e nos adaptar aos diferentes cenários de operação, mantendo os altos padrões de segurança da Azul. Com essa malha ajustada entre agosto e setembro, manteremos a assistência aos clientes da maior cidade do país e ainda ampliaremos as possibilidades de conexão para o paulistano, um dos pilares e diferenciais da Azul”, afirma Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

Limpeza reforçada e medidas de higiene a bordo

Desde o início da pandemia, a Azul reforçou a limpeza de suas aeronaves a cada voo e à noite, seguindo os protocolos sugeridos pela IATA. A companhia também foi a primeira do país a tornar obrigatório o uso de máscaras por tripulantes e clientes, tanto a bordo quanto em solo. Em outra iniciativa pioneira, a Azul passou a medir a temperatura dos tripulantes a cada início de turno, aumentando a confiança em solo e a bordo e preservando a vida e a segurança de todos.

Tecnologia pioneira no mundo, a Azul lançou o Tapete Azul, composto por um conjunto de projetores e monitores, que, por meio de realidade aumentada, indicam ao cliente o momento certo de embarcar. No chão, os projetores formam um tapete virtual colorido e móvel, que convida a pessoa a se posicionar na fila de acordo com seu número de assento. A inovação vem proporcionando uma diminuição de cerca de 25% no tempo em que uma pessoa leva entre embarcar e sentar dentro do avião e, de quebra, contribui para o distanciamento social, já que os clientes convocados para o embarque ficam a quatro metros de distância entre si.

Kits com luvas, álcool em gel e lenço umedecido abastecem os aviões a cada novo voo e estão à disposição para uso dos clientes e dos tripulantes da Azul quando necessário. A companhia também tem utilizado descontaminantes bactericidas que contam com um princípio ativo que elimina o vírus da COVID-19 em 99,99% dos casos. Com o produto e a limpeza dupla nos assentos, mesinhas, bolsão, banheiros, encosto de cabeça, cinto de segurança, janela, paredes e compartimentos superiores, a Azul vem atendendo todas as normas de procedimento de limpeza e desinfecção sugeridas pela Anvisa.

Confira, a seguir, o detalhamento das operações da Azul em Congonhas durante as obras na pista principal:


Fonte: assessoria